NINGUÉM é um termo ou uma palavra muito forte. Mas a imensa maioria da sociedade do Ocidente não acreditava que situações inusitadas pudessem acontecer, como por exemplo milhões de pessoas encerradas dentro de suas casas por dias e dias e porque não dizer semanas.
E não querendo explorar o assunto de forma mais ampla, pois não é o objeto dessa coluna, vamos focar no Rotary. E para tanto vamos deixar algumas perguntas para que gerem reflexão.
Até dezembro de 2019, quantos Rotary Clubs:
- faziam reuniões virtuais pela Internet?
- que antes faziam reuniões quinzenais, passaram a fazê-las com frequência semanal, mas pela Internet?
- após o período de confinamento, vão continuar com reuniões virtuais ou, acima de tudo, vão fazer reuniões no modelo misto – presencial e virtual?
Quantos rotarianos:
- não acreditavam em reuniões pela Internet e agora passaram a entendê-las?
- sabiam nada de plataformas de comunicação em grupo e agora já sabem?
- passaram ver e a entender que as reuniões virtuais podem ser mais eficazes, mais focadas e mais eficientes para tomada de decisões?
- achavam que reuniões virtuais destinavam-se apenas às pessoas que estavam em regime de HOME OFFICE, portanto ativos por conta de seu trabalho e empresas?
- passaram a se tornar presentes nas reuniões por que antes tinham mais dificuldades, muitas vezes por conta do trânsito, de participarem de suas reuniões jantar ou reuniões almoço?
- podem participar de reuniões na hora do meio dia, quando estão almoçando e participando por meio do seu celular?
- voltarão para o Rotary por terem deixado seu Rotary Club por dificuldades de deslocamento ou até de atendimento às reuniões?
- começaram a acreditar que o mundo da comunicação em grupo via Internet também os incluem e não apenas os jovens?
E cabe uma pergunta: como fica PAUL HARRIS?
Continue lendo para sentir a resposta.
É sabido que nada no Rotary é tão sagrado que não possa ser posto de lado em benefício de coisas melhores. Esta é uma idade experimental em um mundo em transformação e tudo o que é valioso e vanguardista nada mais é do que o resultado da soma de sucessos e fracassos passados.
Este texto foi escrito por Paul Harris e consta do volume 3 de Peregrinations.
(Trechos do artigo do GD Chico Schlabitz. Leia-o na íntegra em “AC | DC e o Rotary”.)
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