Desde o início da crise sanitária, que já está se prolongando por mais de um ano, tem sido nossa preocupação, além da saúde, a sobrevivência de empregos e o apoio que poderíamos oferecer. Assim, realizamos ações que redundaram em doações de máscaras, mas sobretudo num ciclo de palestras em parceria com o Sebrae, Sindilojas e CDL-Niterói, dirigido a lojistas, microempreendedores e empresários que representam a maior parcela da economia do nosso município.
Continuamos atentos à evolução dos acontecimentos no que tange a economia em Niterói. Neste post e no próximo reproduzimos matérias publicadas em periódicos sobre o assunto.
Por Raul Holderf Nascimento, em 3 de março de 2021, Jornal Conexão Política –
Apesar do alto número de estabelecimentos que fecharam suas portas no ano passado, as vendas no varejo tiveram queda de apenas 1,5%. Esse percentual, segundo a CNC, foi menor do que o esperado para um momento crítico.
De acordo com a entidade, as perdas foram sentidas já em março, mas o mercado começou a mostrar uma reação a partir de maio, afastando expectativas mais pessimistas.
O fortalecimento do comércio eletrônico e o benefício do auxílio emergencial, permitindo que a população mantivesse algum nível de consumo, foram listados como fatores que contribuíram para o reaquecimento do comércio.
“Na primeira metade do ano, quando o índice de isolamento social chegou a atingir 47% da população, as vendas recuaram 6,1% em relação a dezembro de 2019. Na segunda metade do ano, quando se iniciou o processo de reabertura da economia e foram registrados os menores índices de isolamento desde o início da crise sanitária, as vendas reagiram, avançando 17,4%”, diz o estudo.
O levantamento aponta, no entanto, que a população ainda manifesta algum grau de dependência do consumo presencial, o que traz desafios para 2021.
A imprecisão dos prognósticos envolvendo a evolução da campanha de vacinação também gera incertezas.
Com informações, Agência Brasil
(Fonte: Jornal Conexão Política)
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